terça-feira, março 3, 2026

Shrekking: entenda a nova trend do Tik Tok

O termo que viralizou faz referência direta ao filme da Dreamworks

Leitura obrigatória

Henrique Guimarães
Henrique Guimarães
Henrique César Guimarães é jornalista formado pelo Centro Universitário de Brasília (CEUB), com experiência em produção de conteúdo, reportagem e comunicação institucional. Atuou na Secretaria de Comunicação Social do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e trabalhou na assessoria de comunicação do Cine Drive-In de Brasília. É apaixonado pelo universo dos influenciadores e os acompanha diariamente

Uma nova tendência de relacionamento ganhou força nas redes sociais. O termo shrekking, inspirado no filme Shrek, viralizou no TikTok ao descrever a prática de se envolver com alguém considerado fora, ou abaixo, dos próprios padrões de beleza. 

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A lógica por trás da expressão parte da ideia de que, ao se envolver com alguém considerado “menos desejado”, a pessoa mantém uma suposta vantagem emocional na relação e reduz as chances de se machucar. O termo “ser shrekked” descreve justamente essa estratégia: escolher um parceiro visto como “inferior” para que, diante de uma rejeição ou de um término, o impacto sentimental seja percebido como menos doloroso.

Shrekking tik tok
O termo foi inspirado no filme Shrek, com a expressão sendo utilizada para falar sobre namorar alguém fora dos padrões. Foto: Reprodução/Redes Sociais

Nas redes sociais, o shrekking rapidamente se tornou tema de debates, memes e relatos pessoais, impulsionando milhões de visualizações no TikTok.

@unwaxedpodcast Welcome to my swamp #shreking @Sistine Stallone @sophiastallonee ♬ Lucifer's Waltz – Secession Studios

Usuários passaram a compartilhar experiências, opiniões e críticas sobre a prática, dividindo-se entre quem trata o conceito com humor e quem aponta possíveis implicações emocionais e éticas. A repercussão também ampliou a discussão sobre padrões de beleza, autoestima e dinâmicas de poder nos relacionamentos.

De acordo com a especialista em sexo e relacionamento, Kayla Kibbe, em matéria do jornal Metropoles. “Medir o quanto alguém é desejável acaba se misturando com preconceitos de raça, gênero, idade e classe social. A atração é muito mais complexa do que qualquer fórmula”, afirma.

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