A Lu, do Magalu, abandonou os fios escuros e aderiu ao loiro. Em um vídeo publicado nas redes sociais, é possível acompanhar a mudança realizada em parceria com a Wella. Mas por que uma marca decide mudar a estética de um ícone digital tão consolidado?
LEIA TAMBÉM: Selfie perigosa: turista se aproxima de leopardo-das-neves antes de ataque
A influenciadora virtual do Magalu começou a carreira como uma assistente virtual que apenas tirava dúvidas sobre compras. Hoje, ela é uma it-girl digital com milhões de seguidores e que fecha contratos publicitários milionários. O currículo da Lu já inclui parcerias com gigantes como Burger King, Motorola, Uber e Zé Delivery.
Ao ditar tendências e gerar discussões sobre estética, a Lu rompe a barreira entre o código e a realidade. O movimento reflete uma tendência crescente de influenciadores virtuais adotarem estratégias de humanização, ocupando espaços que antes eram exclusivos de pessoas reais.

O sucesso da transformação da Lu é um lembrete do poder do branding aplicado à tecnologia. Em um cenário onde a atenção é a moeda mais valiosa, estratégias como mudanças visuais em personagens digitais podem gerar alto engajamento e fortalecer vínculos emocionais com o público.




