terça-feira, março 3, 2026

Produtora e Banda Incessante usam redes para impulsionar cena cultural de João Pessoa

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André Pereira
André Pereira
Apaixonado por música, entretenimento, esportes, rádio, televisão e várias coisas. Além dessas paixões, gosto de aprender um pouquinho sobre várias coisas ao mesmo tempo e contar e compartilhar histórias

A KAOS Produções e a Banda Incessante vêm se consolidando como protagonistas da cena cultural independente de João Pessoa ao combinar produção musical, ocupação de espaços urbanos e estratégias de divulgação digital.

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Eventos como o Rock na Usina, que chega à 7ª edição, ganharam projeção a partir da circulação de conteúdos nas redes sociais, atraindo público para apresentações de bandas autorais e artistas independentes. O festival também integra feira criativa com microempreendedores, ampliando o alcance do evento para além da música.

Outro projeto de destaque foi o De Rocha Festival, realizado em dezembro de 2025 no Centro Histórico da capital paraibana. A iniciativa utilizou as plataformas digitais como principal meio de mobilização de público, transformando o Largo de São Pedro em palco para música e cultura independente.

banda e produtora
KAOS Produções. Foto: Arquivo Pessoal

A trajetória do grupo inclui ainda o projeto Beco Underground, que ultrapassou o formato de evento e foi reconhecido como Patrimônio Cultural e Imaterial de João Pessoa. A iniciativa ganhou visibilidade a partir da articulação entre produtores culturais, artistas e comunicação digital voltada à cena underground.

À frente dos projetos estão produtores e artistas como Delos, Jarlen, Gustavo, Joh Gama, Fabrízio, Alfredo, Pollyana e Vitor Branco, que atuam tanto na organização dos eventos quanto na criação de conteúdo para divulgação e engajamento nas plataformas.

Além da atuação presencial, a banda Incessante também aposta no audiovisual como estratégia de alcance. O clipe “Controle Absoluto”, gravado no Centro Histórico e lançado no YouTube, traz uma crítica ao impacto das redes sociais e da tecnologia na sociedade, dialogando diretamente com o público conectado.

Segundo os organizadores, a proposta é utilizar o ambiente digital não apenas como vitrine, mas como ferramenta para fortalecer a cena independente, incentivar o comércio local e valorizar o patrimônio cultural da cidade.

O modelo adotado pela produtora e pela banda reflete uma tendência crescente no setor cultural: artistas e produtores assumem também o papel de criadores de conteúdo, disputando espaço no feed e transformando eventos físicos em narrativas digitais.

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